sexta-feira, 29 de agosto de 2008

ESTETOSCÓPICO ÓSCULO


Pousar a tez da pele do Lábio

Pela primeira vez sentir

Tua boca pétala a pulsar e luzir

Num tom Vermelho escuro inviolável


Então desabrocha e mostra um rosário

De dentes brancos brilhantes em série

Sincronizando um sorriso compulsório

A cada sentença que o meu profere


Aí descubro outra saída nada ilusória

Onírica construída com desejo se me confere

Numa participação de fé afetiva na história


Aberto como o jardim celeste que se prefere

Onde o Homem,eu,você,o ser destinado a vitória

Vê que as coisas parecem confusas,mas nada nos interfere.

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