
Pousar a tez da pele do Lábio
Pela primeira vez sentir
Tua boca pétala a pulsar e luzir
Num tom Vermelho escuro inviolável
Então desabrocha e mostra um rosário
De dentes brancos brilhantes em série
Sincronizando um sorriso compulsório
A cada sentença que o meu profere
Aí descubro outra saída nada ilusória
Onírica construída com desejo se me confere
Numa participação de fé afetiva na história
Aberto como o jardim celeste que se prefere
Onde o Homem,eu,você,o ser destinado a vitória
Vê que as coisas parecem confusas,mas nada nos interfere.
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